04 dezembro, 2016

acrílico s/tela
Acrílico s/tela 


Acrílico s/tela 
Acrílico s/tela

23 outubro, 2016

Acrílico s/tela

13 agosto, 2016

Acrílico s/tela 50x70

31 julho, 2016

Acrílico s/tela 50x70

24 julho, 2016

Acrílico s/tela

13 março, 2016

Acrílico s/tela
Acrílico s/tela
Acrílico s/tela

31 julho, 2014

Acrílico s/tela

01 março, 2014


Acrílico s/tela


Óleo s/tela

11 novembro, 2012

07 junho, 2012

acrlico s/tela 30x40

acrilico s/tela 70x50

acrilico s/tela 30x40

06 maio, 2012

acrílico s/tela 30x40
acrílico s/tela 40x50

26 fevereiro, 2012

Transparências...

acrilico s/tela 30x25

Preto e Branco....

acrilico s/tela 30x25

29 janeiro, 2012

oleo s/tela 50x70

31 dezembro, 2011

oleo s/tela 50x60

acrilico s/tela 30x40

acrilico s/tela 40x50

08 março, 2011

Dia de Festa

óleo s/tela
(reposição)

01 janeiro, 2011

Horizontes

acrilico s/tela

07 novembro, 2010

Foi por ti...

acrílico s/tela
.
Recortada na luz funda do meu olhar,
dás-me a forma e a côr da felicidade,
agora esbatida na recordação do teu tacto
prematuramente perdido.
Foi por ti que fui feliz,
é agora por mim que choro...

26 setembro, 2010

acrilico s/tela

acrilico s/tela

Moiças do meu bairro...

óleo s/tela
acrilico s/cartão

03 julho, 2010

acrilico s/tela

30 maio, 2010

Silêncio e Solidão...

grafite s/papel
.
No ponto onde o silêncio e a solidão
Se cruzam com a noite e com o frio,
esperei como quem espera em vão,
Tão nítido e preciso era o vazio
Sophia de Mello Breyner in No ponto onde o silêncio

As Casas

aguarela s/papel
.
Há sempre um Deus fantástico nas casas
Em que eu vivo. E em volta dos meus passos
Eu sinto os grandes anjos cujas asas
Contêm todo o vento dos espaços
Sophia de mello Breyner in As casas

01 abril, 2010

acrílico s/tela

27 fevereiro, 2010

Bruma

acrílico s/tela
.
Tenho em mim como uma bruma
Que nada é nem contém
A saudade de coisa nenhuma,
O desejo de qualquer bem
(...)
Fernando Pessoa, in: Tenho em mim como uma bruma


03 janeiro, 2010

Sobreiro

acrílico s/tela
(...)
A sem igual riqueza do sobreiro!
Lembra fortuna rústica e maciça
Nutre os porcos, dá sombra ao caminheiro
Dá lenha, dá carvão, e dá cortiça
Martinho de Brenderorde, in: Alentejo

08 dezembro, 2009

Ilusão


acrílico s/tela
(...)
Podes partir. De nada mais preciso
para a minha ilusão de paraiso
David Mourão Ferreira, in Paraíso

05 dezembro, 2009

Natureza

óleo s/tela

30 novembro, 2009

Ainda Haverá Futuro?

óleo s/tela
(reposição)
Agora que em Copenhaga se discute o planeta, será que ainda há salvação?

24 outubro, 2009

Reflexo pálido

acrilico s/tela
(...)
E o seu reflexo pálido, embebido
Como um gládio de prata na corrente,
Rasga o seio do rio adormecido.
Olavo Bilac in Rio Abaixo

28 setembro, 2009

Outono...

acrílico s/tela
(...)
Com castanhas assadas,
chuva na imaginação,
e luzes molhadas
no asfalto do chão,
(...)
João José Cochofel in Os Dias Intimos

11 agosto, 2009

Ó mar salgado...

acrílico s/tela
.

Ó mar salgado, quanto do teu sal
São lágrimas de Portugal!
Por te cruzarmos, quantas mães choraram,
Quantos filhos em vão rezaram!
Quantas noivas ficaram por casar
Para que fosses nosso, ó mar!
(...)
Fernando Pessoa

27 julho, 2009

Quem sentiu mar?

acrílico s/tela
.
Mar! Mar!
Mar! Mar!
Quem sentiu mar?
Não o mar azul
de caravelas ao largo
e marinheiros valentes
Não o mar de todos os ruídos
de ondas
que estalam na praia
Não o mar salgado
dos pássaros marinhos
de conchas
areias
e algas do mar
Mar!
Raiva-angústia
de revolta contida
Mar!
Siléncio-espuma
de lábios sangrados
e dentes partidos
Mar!
do não-repartido
e do sonho afrontado
Mar!
Quem sentiu mar?
.
Arménio Vieira in Mar

05 julho, 2009

O desejo (2)

pastel s/papel
.
Procura a maravilha.
Onde um beijo sabe
a barcos e bruma.
No brilho redondo
e jovem dos joelhos.
Na noite inclinada
de melancolia.
Procura.
Procura a maravilha.
Eugénio de Andrade

28 junho, 2009

O Desejo (1)

acrílico s/tela
.
Entre os teus lábios
é que a loucura acode,
desce à garganta,
invade a água.
No teu peito
é que o pólen do fogo
se junta à nascente,
alastra na sombra.
Nos teus flancos
é que a fonte começa
a ser rio de abelhas,
rumor de tigre.
Da cintura aos joelhos
é que a areia queima,
o sol é secreto,
cego o silêncio.
Deita-te comigo.
Ilumina meus vidros.
Entre lábios e lábios
toda a música é minha.
Eugénio de Andrade in entre os teus lábios

03 maio, 2009

Olhar Perdido...

acrílico s/tela
.
e um olhar perdido é tão difícil de encontar
como o é congregar ventos dispersos pelo mar
Ruy Belo